21 de Janeiro, 2021

Quando vale a pena tirar seu Provedor do Simples Nacional?

Quando vale a pena tirar seu Provedor do Simples Nacional?

A pergunta pode parecer estranha quando se acredita que o Simples Nacional sempre facilita as coisas e te faz pagar menos impostos.

O enquadramento foi comemorado e uma série de estratégias são adotadas pelo seu contador para manter seu provedor no Simples. Soa familiar?

Pois saiba que mais importante do que saber se o seu negócio se enquadra neste regime é saber se vale a pena enquadrá-lo e, principalmente, se vale a pena mantê-lo. O momento certo de sair do Simples é quando ele te faz pagar mais impostos e isto acontece mais do que você imagina.

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Regime tributário correto gera benefícios maiores em um exercício o quanto antes ele for implementado no ano


O início do ano é fundamental para a análise do regime tributário e para a implementação das mudanças necessárias, beneficiando-se dos reflexos da otimização durante o ano todo. Quanto antes você ajusta a questão, maior será o reflexo positivo no seu resultado anual.

O Simples Nacional foi criado em 2006 e nada mais é do que um regime de apuração de impostos, como o lucro real e o presumido. Suas vantagens para pequenas empresas são a unificação de tributos, facilitando o pagamento em um único boleto, e a mais atrativa: uma alíquota diferenciada.

Duas coisas precisam ficar claras, no entanto: há um teto de faturamento para o enquadramento e nenhuma empresa é obrigada a adotar o Simples. Não há nada que impeça um negócio optar por outro regime se este lhe for mais vantajoso.

Neste ponto, entra a inteligência tributária, algo que você não precisa dominar, mas precisa ter no centro da sua atenção e contar com especialistas para planejar o que é melhor para o seu negócio. Uma escolha errada pode representar milhares ou milhões de reais sendo drenados do seu caixa, perdendo-se na operação, simplesmente por se pagar mais impostos do que seu provedor deveria. Muitas vezes, sem nem se dar conta disso.

O diabo mora nos detalhes.

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Então, quais são as situações nas quais não vale a pena permanecer no Simples Nacional?


Provedores que estão muito perto do teto de faturamento

No Simples, a tabela de impostos é feita com base no faturamento da sua empresa, com várias faixas. Já no lucro presumido, o cálculo é feito com base na sua área de atuação. Assim, provedores que estão na última faixa do Simples Nacional podem estar pagando muito mais impostos do que aqueles enquadrados no lucro presumido.

Provedores cujos principais clientes são outras empresas

Se o seu provedor vende principalmente planos corporativos, para empresas, estar enquadrado no Simples pode estar prejudicando seus negócios. Como seus clientes não conseguem obter o retorno do ICMS, uma vez que ele é pago na DAS única, não vindo destacado na Nota Fiscal, podem preferir empresas que não optem pelo Simples.

Provedores que têm alto faturamento e gasto baixo com a folha de pagamento

Provedores enquadrados no Simples Nacional não têm escolha sobre o INSS patronal, o qual é sempre calculado com base no faturamento e pago na DAS. No lucro real, a alíquota é estabelecida com base na área de atuação da empresa e, no presumido, é sempre de 20% sobre os gastos de todos que lhe prestaram serviços. Assim, dependendo de como é sua folha, a opção por um regime ou outro pode resultar em uma diferença econômica muito significativa.

Empresas que não participam de licitações

Se o seu provedor fornece acesso para o poder público, em processos licitatórios, pode ser que manter-se no simples valha a pena, uma vez que a inscrição neste regime é critério de desempate em licitações.. Neste caso, os contratos podem compensar o pagamento de mais impostos na alíquota do Simples. Se sua empresa não participa de licitações, pode valer a pena mudar.

Estes são apenas alguns exemplos, mas que servem para explicitar os principais pontos quando se trata de uma estratégia tributária vencedora: a) Cada negócio é único e deve ser estudado a fundo para a implementação do regime correto. Milhares ou milhões a menos no seu bolso são a diferença entre seu crescimento e seu fracasso. b) Quanto antes você ajustar, maior será o efeito da correção no lucro do ano da mudança e nos seguintes.

Otimização Tributária é diferencial definitivo

Uma solução completa e desenhada especificamente para provedores é a Otimização Tributária, que vai muito além da escolha do regime tributário correto. Ferramenta societária e tributária, a Otimização Tributária analisa a empresa de modo completo e, exclusivamente para o seu negócio, propõe e implementa ajustes que resultam em aumento de 50% na lucratividade e 70% no valor de mercado. Seu payback se dá em cerca de uma semana e o trabalho é desenvolvido por uma equipe que reúne 40 anos de experiência em empresas de capital aberto, multinacionais e, desde 2018, vêm se dedicando exclusivamente ao setor de provedores.

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