12 de Maio, 2021

Vivo registra recorde de adições de assinaturas de banda larga por fibra no trimestre

Vivo registra recorde de adições de assinaturas de banda larga por fibra no trimestre

Como vínhamos antecipando, os movimentos de consolidação do setor e de ofensiva dos grandes provedores para o mercado de fibra estão se intensificando.

No primeiro trimestre de 2021, a Vivo bateu o seu próprio recorde trimestral de aumento de clientes de banda larga por fibra óptica (FTTH). De acordo com o presidente-executivo da operadora, Christian Gebara, a base FTTH ganhou 368.000 clientes. Isso significa um aumento de 1,5 vezes em relação ao trimestre anterior, e um aumento de 2,1 vezes em relação ao primeiro trimestre do ano passado.

A empresa considera que esse crescimento do número de clientes é decorrente do Capex direcionado à expansão dessa rede de banda larga. Ao final de março, a Vivo contava com 16,3 milhões de homes passed (casas aptas a assinar banda larga fixa FTTH), o que representa uma alta de 4,6% em comparação a igual período de 2020. O aumento se deve tanto pela expansão da rede própria quanto em razão do crescimento da rede de terceiros utilizada pela operadora.

Na visão dos executivos da companhia, a combinação de serviços prestados por provedores de conteúdo e transmissão em alta velocidade de 300 Mbps foram grandes atrativos. Pelo menos 30% das novas adesões têm essa velocidade ou incluem assinaturas da Netflix ou Disney Plus.

Nesse contexto de maior velocidades e mais serviços embutidos no pacote, a receita por usuário (ARPU) saltou de R$ 82 reais no início de 2020 para os atuais R$ 95 reais, um aumento de 16,2%. Com esse desempenho, a receita de FTTH da empresa cresceu de R$ 626 milhões no começo do ano passado para R$ 1 bilhão agora, um salto de 61,2% equivalante a 9,3% da sua receita total.

A Vivo acredita que a tendência é continuar a crescer nos próximos meses e acelerar a partir do segundo semestre, quando a Fibrasil, joint venture de rede neutra criada pela Vibra, Telefónica Infra e o fundo canadense CDPQ, entrará em operação comercial. A criação da empresa foi autorizada pelo Cade e só aguarda a anuência da Anatel para ser concluída.

Essa joint venture de rede neutra receberá 1,6 milhão de residências passadas pela Vivo Fibra e levará FTTH para mais 5 milhões de residências até 2024, a fim de complementar a estratégia de expansão da Vivo. Ao final, a empresa contará com 24 milhões de HPs. Além disso, se espera que a operadora enfrente o avanço dos provedores regionais de Internet, que vêm ganhando mercado inclusive em cidades onde a empresa oferece banda larga.

Provedores regionais


Imediatamente, portanto, é tempo de os provedores regionais intensificarem seus processos de profissionalização da gestão, de aceleração do crescimento e sofisticação das técnicas de maximização de lucro. O serviço de excelência, entregando fibra muito antes dos grandes não deve mudar. Foi o que trouxe os pequenos provedores até aqui. Mas o segredo dos grandes para se capitalizar, acelerar o crescimento e aumentar o lucro deve ser adquirido pelos provedores regionais, utilizando técnicas para manterem e ampliarem seu mercado.

A internet de alta velocidade em fibra não vai ser mais o diferencial para os grandes. A distância das capitais também não, pois eles estão avançando para o interior. Adicionar ao seu atendimento muito mais próximo e solucionador as técnicas de gestão que lhe permitirão crescer 7x mais rápido é o segredo. Colocar milhões a mais no caixa para seguir crescendo também. Tudo isso você encontra na Otimização Tributária para Provedores de Internet da Prosper. Uma solução gerada a partir de décadas de experiência em multinacionais e quase 4 anos dedicados exclusivamente ao setor, tendo economizado mais de R$100 milhões nos últimos 12 meses para os clientes da Prosper.

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Fonte: Prosper Capital, com informações Telesintese

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